Rememorar um título do Atlético provoca a deliciosa sensação de estar vivendo tudo outra vez. Basta fechar os olhos e eu posso ver Joel subindo para nos fazer campões mais uma vez. Vejo Cajú, Jackson, Cireno, vejo Assis e Washington, vejo Sicupira e Nilson Borges, posso rever cada gol, sentir a ansiedade antes de cada final, ver as bandeiras, os fogos e a alegria incontida de toda a torcida Rubro-Negra.
Apesar das muitas conquistas, nós atleticanos também já convivemos muito com a frustração e as dificuldades. Nenhum dos nossos títulos veio sem que houvesse muita luta, muita devoção e uma grande dose de sacrifício.
Por isso, contar o enredo dos títulos do Furacão é muito mais que desfiar um rol de vitórias inesquecíveis. É desvendar um pouco da alma dessa Nação que canta, vibra, grita e chora por seus ídolos. É compreender melhor o que faz dessa mistura de sofrimento e glória uma paixão tão arrebatadora, uma devoção tão poderosa.
Eu convido você a viajar no tempo, a reencontrar as maiores emoções de toda a história rubro-negra e a vibrar de novo com cada uma delas.
Mas você deve estar perguntando: quem é você pra me fazer um  convite assim?
Eu sou apenas mais um apaixonado por esse clube. Eu também me arrepio quando rubro-negro está em campo. Também me emociono com a bola que toma o caminho do gol, pulo, grito, vibro... E, às vezes, até choro nos gols do Furacão. Choro de alegria, choro de uma felicidade que não tem mais fim. Choro porque não há nada mais lindo, não há nada que me faça mais vivo do que ver o meu Rubro-Negro vencer.
Então venha! Vamos reviver cada uma das grandes alegrias da imensa Nação Atleticana. Vamos sonhar de novo com cada um dos títulos do nosso Furacão.

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